Terapia online para mulheres · EMDR
Porque entender a própria história nem sempre é suficiente para mudar o que ela ainda desperta em você.
Sem compromisso. Você pergunta o que precisar antes de decidir.

Eu estou cansada de ser forte o tempo todo.
Por que eu continuo sentindo isso, se já passou?
Cuido de todo mundo, mas não sei como cuidar de mim.
Se alguma delas soou familiar, você está no lugar certo.
Uma coisa a cabeça faz sozinha. A outra, não.
A ordem dos fatos, os motivos, o que hoje você faria diferente.
Isso você já tem.
O coração que acelera. A irritação que vem antes do pensamento. A reação que parece desproporcional ao que provocou.
Isso continua acontecendo.
Não é falta de esforço nem fraqueza — é uma experiência que ficou emocionalmente ativada, registrada de um jeito que a compreensão racional sozinha não alcança. E não precisou ser grave para ter deixado marca: relações que machucaram, ambientes em que foi preciso silenciar, longos períodos se adaptando ao que os outros precisavam.
Às vezes, algo pode não parecer trauma… mas é.

Situações que ficaram para trás no calendário, mas seguem determinando reações, escolhas e relações no presente.
Pensar demais, antecipar problemas, não conseguir descansar e sentir que é preciso estar sempre preparada para alguma coisa.
Ser vista como forte e funcional enquanto, por dentro, existe cansaço, autocobrança e a sensação de nunca fazer o suficiente.
Dificuldade de dizer não, de se posicionar ou de sair de relações que fazem mal — mesmo sabendo racionalmente o que seria melhor.
A sensação de estar sendo egoísta ao cuidar de si, e o medo de decepcionar quem depende de você.
Saber apenas que algo não está bem, sem conseguir explicar o quê — o que já é motivo suficiente para começar.

Sou psicóloga há 20 anos e atuo na clínica há três, com foco em pessoas que carregam experiências emocionalmente difíceis. Tenho formação como psicoterapeuta em EMDR — uma abordagem desenvolvida para trabalhar memórias que continuam ativas no presente.
Eu não ensino as pessoas a ignorarem a dor. Eu ajudo a compreender por que ela ainda existe — e como processá-la de forma segura.
Uma abordagem psicoterapêutica criada para trabalhar experiências que ficaram mal processadas pela memória emocional.
Na prática: em vez de apenas conversar sobre o que aconteceu, o trabalho ativa de forma controlada a memória envolvida e usa estimulação bilateral — movimentos oculares, sons ou toques alternados — para que o cérebro consiga fazer com aquilo o que não conseguiu fazer na época: processar, organizar e arquivar.
É uma abordagem estruturada, com etapas definidas, reconhecida internacionalmente e com literatura científica consolidada, incluindo estudos sobre sua aplicação no formato online.
Não é hipnose, não apaga memórias e não faz ninguém esquecer o que viveu. A lembrança continua. O que muda é o peso emocional que ela carrega hoje.

É a pergunta mais justa que existe — e o receio de reviver a dor é um dos principais motivos pelos quais as pessoas adiam procurar ajuda.
Processar não é reviver. O trabalho não começa pela memória mais difícil: começa por construir recursos, estabilidade e segurança suficientes para que você possa olhar para o que dói sem ser tomada por aquilo. O ritmo é seu. Nada é forçado, e você não precisa contar tudo já na primeira sessão — nem em nenhuma, se não quiser.
A ideia não é abrir feridas. É cuidar delas.

Um caminho construído no seu tempo. A primeira conversa não é um teste e não exige preparo nenhum.
Você manda uma mensagem, tira dúvidas sobre o atendimento e vê os horários disponíveis. Sem compromisso.
Uma conversa para entender o que te trouxe, sua história e o que faz sentido para o seu caso — inclusive se for outro caminho.
Em geral semanais, de cerca de 50 minutos, online, com a frequência definida junto com você.
Não é preciso ter certeza, nem saber explicar direito o que está sentindo, nem estar pronta. Basta querer entender melhor o que acontece com você.
O objetivo não é você sair pensando “eu tenho isso”, e sim “agora eu consigo entender um pouco melhor o que acontece comigo”.
Você fala com a própria Fabi. Sem robô, sem formulário.