Fabíola MaldonadoPsicóloga

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Terapia online para mulheres · EMDR

Você já entendeu o que aconteceu.Mas por que ainda se sente assim?Você já entendeu o que aconteceu. Mas por que ainda se sente assim?

Porque entender a própria história nem sempre é suficiente para mudar o que ela ainda desperta em você.

Conversar pelo WhatsApp

Sem compromisso. Você pergunta o que precisar antes de decidir.

Fabíola Maldonado, psicóloga, sentada e sorrindo
Talvez você já tenha pensado

Frases que quase ninguém diz em voz alta

Eu estou cansada de ser forte o tempo todo.

Por que eu continuo sentindo isso, se já passou?

Cuido de todo mundo, mas não sei como cuidar de mim.

Se alguma delas soou familiar, você está no lugar certo.

O que explica isso

Entender não é o mesmo que processar

Uma coisa a cabeça faz sozinha. A outra, não.

Entender

A ordem dos fatos, os motivos, o que hoje você faria diferente.

Isso você já tem.

Processar

O coração que acelera. A irritação que vem antes do pensamento. A reação que parece desproporcional ao que provocou.

Isso continua acontecendo.

Não é falta de esforço nem fraqueza — é uma experiência que ficou emocionalmente ativada, registrada de um jeito que a compreensão racional sozinha não alcança. E não precisou ser grave para ter deixado marca: relações que machucaram, ambientes em que foi preciso silenciar, longos períodos se adaptando ao que os outros precisavam.

Às vezes, algo pode não parecer trauma… mas é.

Sombra de folhagem numa parede clara, em luz de fim de tarde
Motivos comuns

O que costuma trazer alguém até aqui

Quando o passado ainda age

Situações que ficaram para trás no calendário, mas seguem determinando reações, escolhas e relações no presente.

Viver em estado de alerta

Pensar demais, antecipar problemas, não conseguir descansar e sentir que é preciso estar sempre preparada para alguma coisa.

Dar conta de tudo e estar exausta

Ser vista como forte e funcional enquanto, por dentro, existe cansaço, autocobrança e a sensação de nunca fazer o suficiente.

Padrões que se repetem

Dificuldade de dizer não, de se posicionar ou de sair de relações que fazem mal — mesmo sabendo racionalmente o que seria melhor.

Culpa por se colocar em primeiro lugar

A sensação de estar sendo egoísta ao cuidar de si, e o medo de decepcionar quem depende de você.

Não saber nomear o que sente

Saber apenas que algo não está bem, sem conseguir explicar o quê — o que já é motivo suficiente para começar.

Fabíola Maldonado apoiada na mesa, no ambiente onde atende
Quem vai te atender

Sou Fabíola Maldonado, psicóloga

Sou psicóloga há 20 anos e atuo na clínica há três, com foco em pessoas que carregam experiências emocionalmente difíceis. Tenho formação como psicoterapeuta em EMDR — uma abordagem desenvolvida para trabalhar memórias que continuam ativas no presente.

Eu não ensino as pessoas a ignorarem a dor. Eu ajudo a compreender por que ela ainda existe — e como processá-la de forma segura.

  • CRP 08/12292
  • Psicoterapeuta com formação em EMDR
  • Psicologia Clínica e Psicologia Clínica Comportamental · pós-graduação em curso
  • Gestão e Práticas de RH (PUCPR) · Liderança, Coaching e Inovação (Umesp)
Como funciona o trabalho

O que é EMDR — e por que ele existe

Uma abordagem psicoterapêutica criada para trabalhar experiências que ficaram mal processadas pela memória emocional.

Na prática: em vez de apenas conversar sobre o que aconteceu, o trabalho ativa de forma controlada a memória envolvida e usa estimulação bilateral — movimentos oculares, sons ou toques alternados — para que o cérebro consiga fazer com aquilo o que não conseguiu fazer na época: processar, organizar e arquivar.

É uma abordagem estruturada, com etapas definidas, reconhecida internacionalmente e com literatura científica consolidada, incluindo estudos sobre sua aplicação no formato online.

O que o EMDR não é

Não é hipnose, não apaga memórias e não faz ninguém esquecer o que viveu. A lembrança continua. O que muda é o peso emocional que ela carrega hoje.

Mãos entrelaçadas sobre o colo, em tons claros e neutros
A pergunta mais comum

“E se falar sobre isso me fizer sentir tudo de novo?”

É a pergunta mais justa que existe — e o receio de reviver a dor é um dos principais motivos pelos quais as pessoas adiam procurar ajuda.

Processar não é reviver. O trabalho não começa pela memória mais difícil: começa por construir recursos, estabilidade e segurança suficientes para que você possa olhar para o que dói sem ser tomada por aquilo. O ritmo é seu. Nada é forçado, e você não precisa contar tudo já na primeira sessão — nem em nenhuma, se não quiser.

A ideia não é abrir feridas. É cuidar delas.

Mão passando entre espigas de trigo douradas, contra a luz do sol
O processo

Como funciona o começo

Um caminho construído no seu tempo. A primeira conversa não é um teste e não exige preparo nenhum.

Conversar pelo WhatsApp

01

Primeiro contato

Você manda uma mensagem, tira dúvidas sobre o atendimento e vê os horários disponíveis. Sem compromisso.

02

Sessão inicial

Uma conversa para entender o que te trouxe, sua história e o que faz sentido para o seu caso — inclusive se for outro caminho.

03

Encontros regulares

Em geral semanais, de cerca de 50 minutos, online, com a frequência definida junto com você.

Atendimento 100% online — de onde você estiver, incluindo horários alternativos como o intervalo do almoço.
Dúvidas

Perguntas frequentes

Terapia online funciona mesmo?
Sim. A pesquisa científica sobre atendimento psicológico online é consistente, e há estudos específicos indicando que o EMDR aplicado online tem eficácia comparável à do presencial. O atendimento online no Brasil é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia.
Quanto tempo dura o processo?
Depende da sua história e do que você busca. Não trabalho com número fechado de sessões — prometer prazo seria desonesto, porque cada pessoa chega com um contexto diferente. O que posso garantir é que, em cada etapa, você vai entender o que estamos fazendo e por quê.
Qual o valor da sessão?
O valor é informado no primeiro contato, junto com as informações de duração e frequência, para que você decida com tudo em mãos.
Preciso ter um diagnóstico para começar?
Não. Muita gente chega sem saber nomear o que sente — sabendo apenas que algo não está bem. Isso basta para começar.
Eu nem sei se o que vivi foi “grave o suficiente”.
Essa dúvida é muito comum, e ela mesma costuma ser parte do problema. Sofrimento não precisa passar por uma prova de gravidade para merecer cuidado.
Você atende convênio?
O atendimento é particular. Mediante recibo, é possível solicitar reembolso em planos que oferecem essa cobertura — vale confirmar as regras com o seu.
Como sei se você é a profissional certa para mim?
Vínculo terapêutico é algo que se percebe conversando. Por isso o primeiro contato existe: para você tirar dúvidas antes de decidir qualquer coisa.
As sessões são sigilosas?
Sim. O sigilo é um princípio central da profissão e se aplica integralmente ao atendimento online, que acontece em ambiente reservado e por plataforma segura.

Se você chegou até aqui, alguma coisa aqui te tocou

Não é preciso ter certeza, nem saber explicar direito o que está sentindo, nem estar pronta. Basta querer entender melhor o que acontece com você.

O objetivo não é você sair pensando “eu tenho isso”, e sim “agora eu consigo entender um pouco melhor o que acontece comigo”.

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Você fala com a própria Fabi. Sem robô, sem formulário.